"Agora, o MJ, influenciado por setores da Polícia Federal e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), quer radicalizar. Pelo substitutivo do senador tucano, ficariam guardados os hórários de log on (entrada) e log off (saída). Já na minuta do ministério, além de todos os dados de tráfego, os provedores seriam obrigados a registrar o nome completo, filiação e número de registro de pessoa física ou jurídica."
"Nesta sexta-feira (6), o arcebispo disse que o padrasto, suspeito de violentar a menina e ser pai dos bebês, não pode ser excomungado. 'Ele cometeu um crime enorme, mas não está incluído na excomunhão', afirmou Sobrinho. 'Esse padrasto cometeu um pecado gravíssimo. Agora, mais grave do que isso, sabe o que é? O aborto, eliminar uma vida inocente.'"
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"A imprensa italiana publicou, nesta sexta, reportagens afirmando que o Vaticano apóia a decisão do arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, de excomungar os envolvidos na interrupção da gravidez de uma menina de 9 anos."
Comentando sobre outra face da história, a dos jornais suíços fazendo o seu melhor pra humilhar os brasileiros acusando-nos de "xenofobia, neonazismo e anti-semitismo"* (esse último parece até piada; metade do Brasil nem sabe o que é um judeu), o Brasil deu uma de direita no blablablá suíço:
"A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (18) um projeto que dá anistia aos imigrantes ilegais que residem no Brasil. Segundo o autor do projeto, deputado Willian Woo (PSDB-SP), cerca de 50 mil imigrantes devem ser beneficiados pela medida. O texto segue agora para o Senado Federal."
Apesar de eu ter nascido em Barretos e crescido no Parque do Peão, eu nunca assimilei bem a cultura caipira. Não era chegada. Não gostava da Festa nem de rodeios. Só uma coisa - como boa admiradora de danças folclóricas - sempre me interessou: a catira.
A catira é uma dança de origem não definida - especula-se que seja híbrida, de origens africanas, espanholas e portuguesas - executada tradicionalmente no sudeste e centro-oeste do Brasil. É uma dança que mistura batidas de pés e mãos e pulos. Tradicionalmente, é feita em grupos de seis dançarinos (três e três, de frente uns para os outros) mais dois violeiros, mas os grupos podem chegar a ter até dez dançarinos. Em Barretos, particularmente, costuma ter de seis a oito. É originalmente dançada por homens - alguns grupos mantêm a exclusividade -, mas já é possível ver grupos de ou com mulheres.
Esbarrei com um vídeo aqui pela net e lembrei como já faz tempo que eu não assisto a uma dança dessas. Ou seja, tive um acesso de nostalgia e resolvi postar um vídeo de uma catira apresentada em Barretos pelo grupo Espora de Prata. A filmagem é bastante amadora, provavelmente foi feita por alguém que estava assistindo, então não estranhem a câmera virada no início do vídeo.
"Eu tenho é que dar castigo completo, pra todo mundo ficar sabendo, no sertão: que ninguém trai Maria Moura sem pagar depois."
Acabei de ler. Devo dizer que esperava mais, muito mais. É bom, à exceção de coisas como ela ser estuprada e gostar. Mais do que isso, se apaixonar pelo homem que abusou dela.
Enfim, recomendo pelo clássico, dispensaria o desnecessário. Pra quem gosta de literatura regionalista, é prato cheio.
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Coleção Folha - Grandes Escritores Brasileiros Volume 6 1ª Edição Rio de Janeiro, 2008 Copyright 1992 608 páginas Literatura Brasileira