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quarta-feira, 8 de julho de 2009

Ainda vivo

Sim, eu estou bastante sumida. E provavelmente vai ser assim daqui em diante. Em um mês, minha vida mudou daágua pro vinho. Eu agora arranjei mais coisas pra fazer do que minhas duas mãos dão conta.

Enfim, ainda é possível me encontrar:

- Pelo Twitter, já que eu constumo ficar online boa parte do tempo;
- Ou na Parada Lésbica, onde agora eu faço colaborações como redatora.

Mas eu ainda vou dar meus pulos por aqui sempre que der.

Baci, amici!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Hiatus forçado

Esse semestre está sendo um pouco sufocante. Não bastassem as aulas, acabei pegando um trabalho que vai durar muito mais do que eu havia previsto. Portanto, o blog vai ficar em segundo plano por tempo indeterminado. Eu provavelmente vou dar as caras aqui para uma postagem ou outra, mas não é nada certo. Espero voltar logo. Até lá, é hiatus, minha gente. Sorry abou that. :/

quarta-feira, 11 de março de 2009

"Eu sou feminista!"

Isso sou eu, do alto da minha sabedoria dos nove ou dez anos de idade. Obviamente, na época eu não devia pensar mais do que "é alguma coisa em que a gente pode chutar os traseiros dos homens, então é legal", mas eu já sabia que estava ali defendendo algo que era meu.

Ser feminista foi uma coisa que eu nem nunca contestei. Eu simplesmente sempre fui. Não sei quando começou, não sei por quê. Algumas mulheres dizem que têm 'cliques', percebem o quanto elas e outras à sua volta são constantemente oprimidas e buscam algo que as tire desse inferno. Eu, não. Não sei o que foi. Nas minhas lembranças mais antigas de criança eu não devia ter mais do que três anos, e já lá eu era 'diferente'. Gostava de bonecas e vestidos e maquiagens como me foi ensinado a gostar e a todas as outras meninas desse mundo. Mas tinha mais. Eu gostava de coisas que eram consideradas 'de menino'.

Quantas vezes eu não fui reprimida por gostar dessas coisas? Talvez tenha sido isso! De tanto ouvir os outros (não meus pais; eles só demonstraram alguma 'preocupação' bem mais tarde, quando eu já era adolescente) me barrarem em diversas situações por ser menina, eu provavelmente passei a procurar instintivamente uma maneira de me permitir.

Provavelmente, em algum momento entre esses anos de luta solitária, eu achei graça e fiquei maravilhada ao descobrir que eu não estava sozinha entre as garotas 'bem-comportadas' à minha volta. 'Feminismo'. Não sei quando foi que eu ouvi isso. Eu só sei que eu disse essa frase aí do título, e que aquilo me dava um orgulho tremendo e me dava a maior motivação pra seguir em frente. E é por isso que eu nunca questionei. Sempre foi algo meu. E sempre de todas as mulheres. Eu passei a vida tentando mostrar pra algumas garotas o quão mais elas poderiam ser além daquele esforço todo pra aparecer.

Até então, eu também nunca tinha sido questionada. 'Xingada' (feminista é xingamento, viu?), constantemente assediada, sofrendo tentativas de humilhação, olhada de maneira torta por meninas que sentiam dor demais pra acreditar que existia uma saída real. Isso, sim. Mas a minha posição de feminista, não. E, quando aconteceu, saiu de onde eu menos esperava.

Como a internet é um dos meios mais fantásticos que existem pra encontrar pessoas que compartilham do seu ponto de vista, eu sempre fui ativa em fóruns. Com a chegada do Orkut, então, alegria total. Foi aí que eu descobri a infinidade de feminismos que existem. Foi aí também, que pela primeira vez apontaram o dedo para mim e questionaram a 'veracidade' do 'meu' feminismo. Como partia de pessoas que, até certo ponto, eu respeitava e tinha como referência, eu caí.

Eu como carne. Não acho que todo homem heterossexual é um torturador. Não acredito em sexualidade meramente política (a palavra aí nem é 'acreditar'; é mais uma questão de não achar que isso deva ser uma obrigação de todo e qualquer ser humano). Eu também não sou comunista, nem exatamente de esquerda (economicamente falando), então, obviamente, eu sou um monstro do patriarcado.

Pela primeira vez na minha vida, aos vinte e dois anos de idade, eu me questionei se eu era realmente feminista. Eu lutava por mulheres, fazia o que podia pra contribuir, mas eu não era vegan, tinha atração (também) por homens, era uma 'direitista' cretina, então, claro, como eu poderia ser feminista nessas condições?!

Demorou um pouco até eu perceber a contradição das contradições que jogavam pra cima de mim: eu era mulher, eu lutava por mulheres, pra que todas tivessem voz, mas eu não poderia ter a minha porque, bem, eu estava longe do ideal. Mais do que isso, estavam tentando me obrigar a seguir um modelo, tal qual a sociedade vigente sempre tentou fazer.

Eu nunca me senti tão feliz quanto quando eu finalmente percebi isso. Foram as amarras que me faltavam. Eu não seguia o padrão feminino. Eu seguia o que eu sentia ser. Mas ao mesmo tempo eu tentava e almejava ser o que eu via e acreditava ser a representação ideal de uma revolucionária, ainda que sem perceber. E eu me senti bem entendendo que eu podia ser eu. Que eu tenho falhas, assim como as outras, e que meu jeito de lidar com elas não era exatamente errado, apenas diferente. É uma coisa tão óbvia, tão clichê, e mesmo assim tinha passado batido por tanto tempo.

Isso me fez mais tolerante com relação às garotas que estão chegando agora, ou mesmo aquelas que não acreditam no mesmo que eu. E agora eu vejo várias meninas passando pelo mesmo. Entram e se sentem deslocadas. Têm medo da sua própria opinião. Querem fazer algo, mas não sabem por onde começar. Fogem das garras de uma sociedade machista pra cair nas recriminações de um feminismo que já sofreu tanto que já não sabe como conciliar todas as definições que surgiram, nem educar a variedade de meninas que chegam sem obrigá-las a seguir mais um padrão.

Ainda que me digam que a individualidade seja uma forma de manipulação do 'sistema', eu continuo acreditando que não tem nada mais igualitário do que respeitar a diversidade e a diferença alheia. E ainda que me digam que eu não sou feminista -o que, afinal, acabou se provando ser uma opinião compartilhada por uma minoria entre as que eu conhecia -, eu nunca vou deixar de ser. Podem me tirar o rótulo, podem me chamar do que quiserem. Não é o nome que me faz. É o que eu faço e o que eu escolho. E eu escolho viver por mulheres. Não é disso que o feminismo deveria se tratar, afinal?

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Meu irmão, meu orgulho

- Baxei o winamp aqui, aí selecionei todas músicas do Metallica pra tocar, achando que ia criar aquela lista, mas não: tem 142 músicas tocando duma vez. ¬¬
- ...

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Coisas que eu vejo por aí #3

Assistir séries ou filmes de graça é uma das melhores coisas que a internet trouxe. No entanto, uma legenda ruim é sempre broxante - e elas estão em todos os lugares.

Eu já vi muitas pérolas em legendas, como: "Girls in tight dresses / who drag with mustaches", da abertura do TLW, virar "Garotas em vestidos apertados / que arrastam pelos bigodes".

Estou assistindo um seriado agora que tem sido campeão em baboseiras. Não vou dar nome aos bois porque 1) eles estão fornecendo tudo gratuitamente, têm um trabalho do cão e correm o risco de se dar mal oferecendo isso pela net, então seria sacanagem demais com eles; e 2) os episódios estão sendo traduzidos por mais de uma equipe, então não dá pra jogar tudo numa só.

Mas a coisa chegou ao ponto de "I made you a sandwich" virar "eu fiz um sundae".

Ok, pessoal, eu admiro pra caramba o esforço de vocês, mas mais atenção, gurizada!

Depois eu falo que não confio em traduções alheias e nego desce a lenha no que eu digo.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Momento de crise existencial

Cansei de ser politicamente correta.

Cansei de ter que fazer as coisas do jeito que esperam que eu faça. Cansei de ter que ser de esquerda ou de direita. Cansei de ter que fazer isso ou aquilo. De ter que escolher um lado ou outro porque ficar no meio é pecado. Cansei de ficar com culpa por comer carne. E de ficar mal, tentando parar. De sempre ter que escolher quem é o lado certo. De não ter alguém que simplesmente não diga: "É errado e ponto." De não ter resposta de quem se tenta ajudar, nem paciência de quem está ajudando.

Nesse momento, eu desisto. Me sinto uma merda, vou explodir a qualquer momento e tenho medo do que vem a seguir.

[Momento menina mimada: off]

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Cumprindo a tarefa

A Águeda me convidou pra participar desse même e eu achei bom demais! - Só que os meus sonhos são ligeiramente mais mundanos do que os dela. Haha!

As regras são as seguintes:

* Escrever uma lista com 8 coisas que sonhamos fazer antes de ir embora daqui;
* Convidar 8 amigos de blogs para responder também;
* Comentar no blog de quem nos convidou;
* Comentar no blog dos nossos(as) convidados(as), para que saibam da “intimação”;
* Mencionar as regras.

1. Eu quero descobrir o que me faz feliz profissionalmente. Sim, isso foi um eco da Águeda. Eu também não faço idéia do que quero ser quando crescer. Já passei pelo Direito, e agora jurei que vou me formar em Biblio, porque chega uma hora em que eu preciso terminar algum curso! Mas não sei se é realmente isso... Amo Antropologia (como tá todo mundo careca de ouvir) e História, mas isso não vai me dar comida. Veremos.

2. Quero ser uma feminista mais ativa.

3. Quero morar sozinha. De verdade. Sem ofensas aos meus companheiros de apartamento, mas nosso banheiro é tão minúsculo que não dá pra deixar nossas coisas lá. Toda vez que eu vou tomar banho e preciso carregar toda a tralha pro banheiro, esse desejo passa pela minha cabeça.

4. Quero aprofundar a história da minha família. Pois é, essa brincadeira de árvore genealógica, encontrar parentes e descobrir ramos e ramos de italianos tem sido muito positiva pra mim. Eu sou extremamente nostálgica com o que eu não vivi, e descobrir a história de quem estava aqui antes de mim é algo que eu considero fascinante. Espero conseguir ir mais longe.

5. Viajar, viajar, viajar... Não quero ir pra Disney. Nunca sonhei com Paris. Orlando? Blergh! Mas tem algumas viagens que eu simplesmente não posso deixar de fazer. Machu Picchu (Viva o clichê!), Vaithiswarankoil, o Japão todo, a Noruega toda, a Suécia toda... Tá bom. Parei.

6. Quero aprender a tocar violoncelo. E voltar a cantar.

7. Quero desenvolver um projeto em uma comunidade carente.

8. Quero ser mais dedicada às minhas crenças. Yep, por mais estranho que isso possa parecer pra muita gente, eu tenho crenças e considero-as muito importantes. O trabalho tem abafado os meus estudos, mas neste ano eu pretendo dar um jeito nisso.

Agora eu presenteio 8 blogueiras com essa tarefa:

Er... Então, acontece que eu não tenho 8 blogueiras pra isso. Vou pensar numa lista e dou update já, já. o/


Update:

Não tem oito, mas tem uma certa! [Lol!]

Mari, do Queer Girls, vem prá brincadeira!

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

La Tarantella

Ontem foi o dia do (re)encontro da italianada Lombardi por aqui. Tô muito contente por ter sido a intermediária. Tudo correu perfeitamente bem.

[ ...E agora eu tenho a certidão de nascimento do meu trisavô. ;D ]

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FELIZ 2009, MACACADA!

Se ele foi metade do que foi 2008, eu tô é feliz demais!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Feliz ano velho...

E aí vai chegando o fim do ano, e com ele o momento de ser piegas. Eu não resisto. Choradeira e fim de ano são, pra mim, coisas inseparáveis. Especialmente quando é choro de felicidade e agradecimento.

Há dois anos eu venho passando por uma sucessão de acontecimentos que só têm feito impulsionar minha vida para frente. Desde que disse: "Cansei!" e resolvi sair do marasmo, tudo tem colaborado para o melhor. Tenho percebido, cada dia mais, o quão privilegiada eu sou, não só por poder estar aqui, estudando numa grande universidade, sem ter que me preocupar com mais nada; mas também por ter uma família de sonhos que me permite fazer isso - e muito mais - e outras tantas pessoas que estão sempre aí.

Neste ano eu tive a oportunidade de conhecer o significado real da amizade. Infelizmente, muita gente que eu passei a amar tanto teve ou tem que ir embora, e sempre fica aquele vazio absurdo e uma vontade imensa de ir atrás e que aconteça o que tiver que acontecer! Mas a gente volta a se cruzar, ah, se volta!

Também tive, claro, os tropeções. Aborrecimentos, surpresas desagradáveis, mal-entendidos. Mas isso acontece com qualquer mortal. O balanço foi positivo, afinal. 2008 foi o ano do companheirismo.

Obrigada. Consciente ou inconscientemente, vocês fizeram o meu ano.

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"Long is the round to a false friend leading,
e'en if he dwell on the way:
but though far off fared, to a faithful friend
straight are the roads and short.
"

[Hávamál, verso 34]

(Post dedicado à Anika, que está longe, mas ao mesmo tempo está mais perto do que ninguém.)

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

BP versão FÉRIAS!


E eu com a minha corzinha branco-escritório com um toque de caminhoneira.

o/

sábado, 11 de outubro de 2008

Ouran me define...


Eu há alguns anos. Eu neste exato momento.

Impressionante.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Da inconveniência da tecnologia

Domingo de manhã. Sono. Interfone. Não, moça, eu não quero ouvir a bíblia.

Interfone. Não, moço, eu não sei de ninguém vendendo apartamento aqui.

Telefone. Não, aqui não tem nenhum Émerson.

Telefone. Não, obrigada, eu não quero adquirir um plano de internet de 150 kb por apenas 150 reais.

Telefone. A Bárbara viajou.

Telefone. Não, a Theresa ainda não chegou.

Fazendo o favor de ligar pra uma pessoa no celular. Moça, eu preciso desligar, faz 23 minutos que eu tô te explicando como chegar aqui e você ainda não decorou nem o número do apartamento!

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Desisto. Vou pro monastério. Essa vida civilizada não é pra mim.

domingo, 5 de outubro de 2008

CALOR!

Só pra expressar a minha inveja de quem mora num lugar assim:


Grata pela atenção.

[ Foto da cidade de Virden, em Illinois, EUA; tirada pela mãe do Tater, amigo do Dan. ]

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Coisas que eu vejo por aí #2

Vocês se lembram do Frodo? Pois é, hoje eu vi o tio dele, o Bilbo Baggins. E soube que o carro dele também ficou amassado com a chuva de granizo.

Coitado.

domingo, 28 de setembro de 2008

Ainda na onda do 'get over it'...

Eu estava pensando, por esses dias, como é engraçado não ser hétero. Bem, eu não posso dizer que sou 100% dyke, porque não é verdade; eu gosto de homens, também. Mas, independente disso, eu tenho cara de sapa. Não sou uma mocinha meiguinha de família, falo besteira com os meninos e não tenho problema nenhum em me sentar de qualquer jeito. Meu cabelo é curto e eu não sou exatamente delicada.

Por essas e outras, acabo passando por situações, digamos, desconfortáveis. As pessoas, em geral, sabem que eu não sou hétero só de olhar, e boa parte delas não gosta disso. Principalmente as gurias hétero. Se você é lésbica ou bi, sabe disso. Elas correm e se escondem. Não acham muito engraçada a idéia de ficar sozinha com você em qual situação for.

Terça-feira, na academia, eu precisei usar um dos escaninhos do vestiário pra guardar minha mochila. Geralmente já vou malhar com a roupa certa, mas desta vez eu fui direto da aula para lá, então precisei me trocar. A moça que me atendeu foi super simpática, me emprestou um cadeado e disse que eu poderia deixar a chave lá na recepção e pegar depois do treino. Quando fui lá, uma outra moça estava atendendo; eu a cumprimentei, ela respondeu e virou o rosto, visivelmente incomodada (eu já havia notado diferenças no tratamento dela comigo e outras pessoas). Eu só sorri, pedi a chave, virei as costas e fui para o vestiário. Depois, para minha felicidade, quem pegou a chave de volta foi a outra moça.

Obviamente eu fiquei incomodada, pois não era minha intenção, nem de longe, pertubar a guria, e me preocupa que as pessoas fiquem assim se eu estou por perto. Mas, na hora, achei tão engraçado que quase respondi: "Moça, não fica com medo de mim; você não faz meu tipo". A verdade é que hora ou outra eu ainda vou acabar falando isso.

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A outra mulher, em compensação, mais velha e muito mais bonita, eu não recusaria. Lol!

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Coisas que eu ouço #4

Florzinha

"Thais, Thais, que menina mais bonitinha
Até parece uma florzinha
Cada dia que passa ela me bate mais
Mas mesmo assim ela é supimpa demais
Thais Thais parece uma orquídea
Mas tenho dúvida porque acho que ela é uma margarida
Thais Thais doce menina!"
[ Victor ]

Eu tenho amigos tãããão criativos.

Breves comentários:

1. O terceiro verso é mentira;
2. Meu verso favorito: "Mas tenho dúvida porque acho que ela é uma margarida"; fico pensando o que será que ele quis dizer com isso...
3. Nem minha vó usa 'supimpa' - e vocês ainda não o ouviram falar 'garboso'.
4. Sim, ele recitou.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Coisas que eu ouço #3

Victor: Onde a gente vai comer?
Nathy: Lá na Fafich.
Victor: Quê? Mas lá é muito longe! Vamos na cantina da Letras, mesmo.
Nathy: Mas lá não tem PORRA nenhuma pra comer!
Victor: Olha, porra não tem, mas tem salgado.

domingo, 14 de setembro de 2008

Coisas que eu não deveria fazer, mas faço #5

Corujar.

Eu tenho esse péssimo hábito de ficar acordada durante a madrugada. Péssimo porque, a não ser que você seja guarda noturno, artista ou qualquer coisa assim, você está fodido.

Eu tenho aulas todas as manhãs desde sempre, então tenho que abdicar do meu hábito. Com quinze anos, eu ainda me dava ao luxo de dormir na aula para poder assistir o Corujão; agora, já não posso mais. Não tenho minha mãe morando comigo pra me empurrar para o campus todos os dias, e o maldito ônibus sai às 7:00. O máximo do máximo que fico durante a semana é até às 2:00, mas desconto nos finais de semana, quando eu normalmente varo as madrugadas.

O problema é que, apesar de não precisar acordar cedo no domingo, eu geralmente tenho que escolher entre dormir até tarde ou comer, já que nunca dá tempo de ir ao mercado durante a semana, aos sábados eu invento desculpas e aos domingos ele fecha às 14:00.

Soluções: 1. Mudar para o curso noturno; 2.a. construir mercados que funcionem 24 horas por dia em Belo Horizonte; ou 2.b. arranjar alguém pra fazer compras pra mim. Alguém?

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Update: eu escolhi dormir.

sábado, 6 de setembro de 2008

...

E então, o meu quarto, que já estava uma bagunça dos diabos, agora está impossível. Tem caixas e mais caixas de guarda-roupa, mesa e cadeira desmontados. Tentei montar pelo menos a mesinha, pra tacar no canto e jogar tdo em cima, mas não deu. Mesa dumal, manual mais dumal ainda.

O melhor de tudo é que tem mais um caminhão de coisas chegando, incluindo a minha cama. Ou seja, mais coisas pra montar.

Tenham um bom fim de semana, porque, pelo que parece, o meu vai ser bem ocupado.